Pássaro madrugador que sacia a sede no sereno, sob a luz do luar; que morre, quando o mundo acorda; que renasce, quando o mundo, seus olhos, fecha; que na noite calada, alça vôo; que embala com seu canto o sono inquieto, frívolo e fugaz do bicho homem; que não sabe ao certo quem é, lá longe, naquele pedaço de chão-céu estrelado; que, na dormência, sente o toque na face duma doce aragem a lhe sussurrar, em vão, o amargo despertar...